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Imagem de fundo – Câncer de Pele (1).png

O que é?

A pele é o maior órgão do corpo e também um dos locais mais comuns para o surgimento de tumores, principalmente nas áreas mais expostas ao sol, como rosto, orelhas, couro cabeludo e pescoço. Por serem visíveis, essas lesões costumam ser percebidas cedo, o que faz do autoexame e da atenção da própria pessoa aliados importantes.

 

Quais são as principais alterações desse órgão?

Existem três tipos principais. O carcinoma basocelular é o mais comum e o menos agressivo, e costuma aparecer como uma ferida que não cicatriza ou uma lesão avermelhada e brilhante. O carcinoma espinocelular é o segundo mais frequente e pode se apresentar como uma lesão áspera, espessa, que às vezes descama ou sangra. O melanoma é mais raro, porém o mais grave, e surge a partir das pintas ou de manchas escuras. O principal fator de risco é a exposição ao sol ao longo da vida, sobretudo em pessoas de pele, olhos e cabelos claros.

 

Sintomas

Vale procurar avaliação diante de uma pinta ou mancha nova que cresce, de uma ferida que não cicatriza em algumas semanas, ou de uma lesão que coça, sangra ou muda de aparência. Para as pintas, uma forma prática de observação é a regra ABCDE: Assimetria (metades diferentes), Bordas irregulares, Cor com vários tons, Diâmetro maior que 6 mm (cerca da ponta de um lápis) e Evolução, isto é, qualquer mudança ao longo do tempo.

 

Diagnóstico

O exame da pele, muitas vezes com o auxílio de uma lente de aumento (dermatoscopia), orienta a avaliação. Quando há suspeita, retira-se um fragmento da lesão para análise em laboratório (biópsia), que confirma o diagnóstico. A prevenção passa pela proteção solar diária e pela observação regular da própria pele.

©2020 por Dr. Marcelo Brasileiro Vaz.

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